Belas Poesias e Reflexões

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O segredo de caifás

 Autor: Beatriz Becerra
Gênero: Romance Histórico
Geração Editorial

Sinopse:
Segundo a Bíblia, José Caifás, supremo sacerdote do Templo de Jerusalém, um dos judeus mais ricos daquela época, condenou Jesus Cristo à morte quando ele se revelou como o Messias. Dois mil anos depois seus ossos foram encontrados, juntamente com os de uma mulher, um adolescente e dois meninos. De quem são esses ossos? Qual o segredo que Caifás levou para o túmulo? Quem nos revela esse segredo ao contar sua própria história é Miriam, criada do palácio de Caifás. Pela vida de Miriam se entrecruzam as dos personagens mais proeminentes de seu tempo, como Jesus, sua mãe, Maria, os apóstolos, Pilatos e Maria Madalena. A narrativa de Miriam evoca os principais aspectos do cotidiano na Palestina do Novo Testamento, neste romance primoroso, resultado de cinco anos de pesquisa histórica e arqueológica. Ele reconstitui de modo impecável e cheio de sensibilidade um período remoto e vultos célebres de que tanto ouvimos falar, mas que tão pouco conhecemos na sua dimensão humana e psicológica
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O Segredo de Caifás
Um manuscrito de dois mil anos revela a vida e os mistérios do judeu que condenou Jesus
Tendo Poncio Pilatos lavado as mãos para não se envolver diretamente no julgamento de Jesus Cristo, este acabou condenado à morte por José Caifás, supremo sacerdote do Templo de Jerusalém. Caifás era um dos judeus mais ricos daquela época e vivia suntuosamente. Em 1999, seus ossos foram encontrados numa urna de cobre, juntamente com os de uma mulher, um adolescente e dois meninos. De quem eram aqueles ossos? Que segredo Caifás levou para o túmulo?
Em torno desse mistério, a romancista espanhola Beatriz Becerra escreveu um dos mais fascinantes romances históricos dos últimos tempos, capaz de rivalizar com o próprio Dan Brown em seu “Código da Vinci”. Miriam, criada do palácio de Caifás, é quem nos vai fazer a revelação, numa história em que se entrecruzam os personagens mais proeminentes de seu tempo: Jesus, sua mãe Maria, os apóstolos, Pilatos, Maria Madalena.
A narrativa de Miriam evoca os principais aspectos do cotidiano na Palestina do Novo Testamento, num romance primoroso, resultado de cinco anos de pesquisa histórica e arqueológica. Ele reconstitui de modo impecável e cheio de sensibilidade um período remoto e vultos célebres de que tanto ouvimos falar, mas que tão pouco conhecemos na sua dimensão humana e psicológica
A vida na Palestina
O romance histórico “O Segredo de Caifás” (Geração Editorial, 304 páginas, R$ 34,90) da espanhola Beatriz Becerra, começou a nascer em 1990, com uma fascinante descoberta arqueológica no Monte Talpiyot, que fica a mais de três quilômetros de Jerusalém em 1990.
A autora, ainda uma jovem judia e filóloga bíblica trilíngue, foi chamada para participar da expedição, onde foram achadas de cinco a seis ossadas de pessoas diferentes numa tumba mortuária com a inscrição “Yehosef bar Qafa”, ou seja, “José, filho de Caifás”.
Depois de cinco anos de estudos e pesquisas, Beatriz Becerra decidiu criar um romance a partir do que se pôde apurar, mas também do que se pôde imaginar. Foi assim que ela deu vida, de forma emocionante, à criada Miriam – uma criada especial do palácio do Sumo Sacerdote e contemporânea de Jesus e seus apóstolos que guarda um segredo sobre a vida do poderoso Caifás.
“O Segredo de Caifás” é um best-seller na Espanha, com mais de 100 mil livros vendidos. Um dos motivos para o sucesso é a forma precisa e contagiante das recriações de fatos históricos; como a vida dos judeus e romanos em Israel, o magnífico Templo de Jerusalém, os conflitos entre os povos, a disputa pelo poder, o surgimento de Jesus e as suas pregações, a crucificação, as traições e os encontros eróticos dos principais personagens.
Jesus, João, Simão, Mateus, Lázaro, Esaú, Pôncio Pilatos e Jonas, entre outros são personagens de segundo plano, mas que a todo momento completam passagens importantes para desvendar a misteriosa trama. Miriam é uma jovem como poucas na época: ela sabe ler, escrever, fazer contas e tomar a frente dos negócios do pai, um comerciante de gado e leite da Judéia. Por volta dos 40 anos de idade, Mirian decide contar a sua vida em detalhes, após passar três anos em silêncio absoluto.
Desde criança Miriam se interessa pelas escrituras e recebe apoio incondicional do pai para apreender as informações dos manuscritos e decorar salmos, cânticos e histórias dos profetas. Ao ser indicada para viver da função dos estudos no Templo de Jerusalém, sua mãe Sara morre ao dar luz a sua irmã Séfora.
A vida da protagonista toma um rumo diferente ao ir morar com a recém nascida na casa da tia Salomé, mulher do pescador Zebedeu, em uma cidade distante, onde deixa para trás sua recente amizade com Jesus e passa a conviver com o seu primo João e seu vizinho Simão, apóstolos de Jesus no futuro.
A ebulição do cristianismo começa a aparecer em rodas de conversas e Jesus passa a dar sermões nos montes de Jerusalém e em diversas regiões de Israel. A vida de Miriam é composta por passagens deprimentes e alegres, como a paixão pelo pescador Simão, que a deixou apaixonada por muitos anos. Mas o homem não resistiu e se casou com outra mulher. Miriam torna-se amiga da prostituta Shifra e do cobrador de imposto Mateus, que se tornaram seguidores fiéis de Jesus. Vem então a tragédia com a irmã querida e o silêncio por um trauma que a deixou muda por três anos.
Miriam, devido a sua alta instrução, se torna professora do filho de Caifás e dama de companhia da esposa do sacerdote, além de amiga confidente da mulher de Pôncio Pilatos, Claúdia Prócula e de funcionários de alto escalão, como Caleb, velho assessor de Caifás.
A recriação dos bastidores do julgamento de Jesus por Caifás traz detalhes interessantes sobre a crucificação, a busca por livrar os demais apóstolos da perseguição do Sumo Sacerdote, a ressurreição e a queda do poder de Caifás, após 18 anos no poder do povo judeu.
Ao contar-nos sua própria história, Miriam nos coloca em contato com todos esses personagens célebres e cria uma obra surpreendente sobre o poder as palavras, a fragilidade das convicções e a atemporalidade dos sentimentos.

Qual a diferença entre querigma e catequese ?


Este dois aspectos são interdependentes mas são diferentes.
Evangelização como um todo é rica e tem três aspectos:
1. Profética: Palavra proclamada. O Anúncio verbal da Boa Nova. Todo anúncio através da Palavra que faz a Igreja, entra na área de evangelização profética. Toda a Palavra proclamada, toda palestra que damos com o objetivo de que conheçam e aceitem Jesus é EVANGELIZAÇÃO PROFÉTICA.
2. Sacerdotal: Palavra celebrada. A forma mais bela que encontramos na evangelização sacerdotal está na Liturgia Eucarística, onde está presente dois tipos de evangelização: profética e sacerdotal
Ela é profética na liturgia da Palavra, é a primeira parte da celebração eucarística. proclama-se a Palavra através do Evangelho, as cartas Paulinas, leituras do A.T.
A segunda parte da Eucaristia, forma a liturgia celebrada, a liturgia da Palavra celebrada, vivida. Celebra-se a Palavra e realiza-se um memorial da Palavra. O memorial mais bonito por excelência que temos na Eucaristia, onde se apresenta e se faz presente Jesus, vivo no Sacramento da Eucaristia.
3. Régia: Palavra vivida. É a Palavra que se faz vida. É a palavra que eu vivo, é instaurar o Reino de Deus. Viver a Palavra de Deus, é instaurar o Reino, onde a Palavra de Deus transforma minha vida, minha sociedade, meu mundo econômico, político, social, financeiro, cultural, educacional etc. Na evangelização a Palavra é vivida, é a instauração do Reino em nós.
1. Evangelização Profética:
– Querigma
– Catequese
Este dois aspectos são interdependentes mas são diferentes. Ambas as formas constituem a evangelização profética. Não podemos ficar somente com a evangelização querigmática, nem dividir e só ficar com a catequese.
Não podemos dividí-las, nem separá-las, uma pressupõe a outra, não podemos dar uma só coisa.
A proclamação querigmática nos leva à catequese como conseqüência, e esta não pode ser dada em antes assentar a base da proclamação querigmática primeiramente.
A proclamação querigmática é o primeiro anúncio de Jesus, é a primeira mensagem; a Boa Nova de Jesus. O querigma é o forte badalo do sino e, o ressoar que vem depois é a catequese.
A catequese é o ensino progressivo da fé. Deverá ser um ensino constante, seguindo uma seqüência progressiva.
Querigma – primeiro anúncio da Boa Nova
Catequese – ensino sistemático da fé.
– Pelo querigma eu levo o evangelizado a nascer para a fé (Nicodemos)
– Pela catequese eu levo o evangelizado a crescer na fé.
2. Conteúdo do Querigma
As oito metas do Querigma:
1° Experiência do amor de Deus:
O Evangelizador deverá ter uma experiência do amor de Deus. Mais do que falar sobre a manifestação do amor de Deus ao povo de Israel ou ao homem através de Jesus, tenho que levá-lo a ter uma experiência do amor de Deus.
Nós, os pregadores corremos um perigo – gostamos muito de falar e esse é um dos defeitos maiores do pregador.
Geralmente o pregador gosta muito de falar do amor de Deus, isto é muito bom porque através da palavra, da palestra, da comunicação, estamos apresentando Jesus vivo que experimentei e experimento, mas se eu, como pregador, não levo você que está me escutando a ter sua própria experiência do amor de Deus, não estarei cumprindo minha meta e não estará completa a proclamação querigmática. Mais que falar do amor de Deus é levar o evangelizado a ter uma experiência, que se sinta amado e que o viva e o experimente.
2° Consciência do pecado perante Deus
É muito importante que o evangelizado reconheça-se pecador. Se a pessoa não se sente enferma, se não sente nenhuma dor, se está muito bem, para que lhe serve um médico?
A pessoa necessita conscientizar-se que está enferma e que precisa de ajuda.
Muito mais importante é levar o evangelizado a sentir a necessidade de Deus do que lhe falar do pecado, que ele se conheça pecador, reconheça-se necessitado.
3° Encontro pessoal com Jesus
Muito mais que falar de Jesus, mais que explicar como foi e em que consistiu a morte de Jesus, mais que comprovar que Jesus ressuscitou, mais do que oferecer provas de que Jesus está vivo, mais do que explicar teologicamente nossa salvação por Jesus e em Jesus, o evangelizador deve levar o evangelizado a ter um encontro pessoal com Jesus.
Assim aconteceu com Tomé. Os Apóstolos falaram que Jesus esteve com eles, que havia ressuscitado, mas Tomé não acreditou. E tudo que eles disseram não convenceu a Tomé de que Jesus esteve com eles, mas quando Tomé encontrou-se com Jesus e pode tocá-Lo, apalpá-Lo, quando ele experimentou, ele se convenceu
4° Ato de fé
Levar o evangelizado a dar um passo de fé, um ato de que crê em Jesus, um ato que o leve a depender, de buscar, de confiar somente em Deus.
Levá-lo a um momento de conversão, a um desejo profundo de mudança, a um desejo de trocar sua vida pela vida de Jesus.
5° Aceitar Jesus
“Eis que eu estou à porta e bato. Se alguém escuta minha voz e me abre eu entrarei e cearei com ele” (Ap 3, 20).
A porta do nosso coração não tem fechadura por fora, o nosso coração abre-se por dentro. Uma das metas então, é levar o evangelizado a proclamar não somente com a boca, mas com o coração.
6° Pedir e receber o Espírito Santo
Pedir uma unção do Espírito Santo no momento em que está evangelizando, lembrar que esse é o momento em que Deus sela com o Espírito Santo, manifestando seu amor, comprovando com a presença do Espírito Santo.
7° Integra-se à comunidade cristã
Se ao evangelizá-lo não o levo à comunidade, todo o meu esforço, todo o meu trabalho foi inútil porque estou anunciando a vida nova e a vida nova tem que conseguir em plenitude; essa plenitude é a comunidade que pode ajudar a permanecer, a seguir amando a Jesus, a seguir deixando seduzir através de sua palavra, dos sacramentos, através de sua Igreja e através dos irmãos.
8° Transformação de vida
É necessário que o evangelizado compreenda que a sua vida deve tomar outro rumo, deve ajustar-se a vida de Jesus. Ele deve ser estimulado, motivado a empreender um caminho de retorno.
O conteúdo dos Apóstolos após receberem o Espírito Santo está em:
Atos 2, 14-36; Atos 3; Atos 10; Atos 13.
No querigma nós pregamos a pessoa de Jesus:
– Concreta
– Pessoal
– Que nós conhecemos
3. O efeito do querigma no evangelizado:
-Lc 24, 13 – Os discípulos de Emaús caminharam muito tempo sem compreender as conseqüências do sacrifício de Jesus para suas vidas. Porém, quando Jesus se apresentou a eles, vivo, ressuscitado, seus corações arderam de felicidade, e eles desejaram estar com Jesus para sempre. E toda a sua vida e acontecimentos foram iluminados pela Ressurreição. Tudo tomou nova luz. E eles então não se contiveram tornaram-se anunciadores de Jesus.
a. Abrem-se os olhos
b. Arde-se o coração
c. Corre-se para anunciar aos outros

Fonte :  https://www.comshalom.org

Como foi a vida de Jesus?

Como foi a vida de Jesus?

A vida de Jesus foi extraordinária mas também muito humana. Ele viveu como um homem normal, de carne e osso, mas também revelou o poder de Deus. A vida de Jesus nos mostra o maravilhoso amor de Deus e como afeta nossas vidas.

O nascimento de Jesus

A vida de Jesus na terra começou quando uma virgem chamada Maria ficou grávida, pelo poder do Espírito Santo. Sendo Deus, Jesus sempre existiu mas nesse momento ele tomou a forma de um homem e se sujeitou às mesmas regras de vida dos homens (Filipenses 2:5-7).
Jesus nasceu em Belém, em condição humilde. O nascimento em si não teve nada de extraordinário mas foi celebrado por anjos e profetas! Desde o início, seus pais terrenos, Maria e José, souberam que Jesus era um menino especial, com um propósito importante (Lucas 2:33-35).
Veja aqui a história do nascimento de Jesus.

A infância e a juventude de Jesus

Por causa da inveja do rei Herodes, os pais de Jesus o levaram para o Egito durante algum tempo. Depois da morte de Herodes, eles foram morar em Nazaré, onde Jesus cresceu.
Aos 12 anos, Jesus foi com seus pais para o templo de Jerusalém, como era costume. Na volta, os pais de Jesus descobriram que ele tinha ficado para trás! Depois de muito procurar, eles encontraram Jesus no templo, conversando com os sábios. Todos estavam surpresos com sua inteligência.
Leia aqui mais sobre a infância de Jesus.
Depois que voltaram para Nazaré, Jesus cresceu e se tornou carpinteiro, como seu pai (Marcos 6:2-3). Nada mais de extraordinário aconteceu durante o resto de sua infância e sua juventude. Jesus viveu como um homem normal, até começar seu ministério.

O ministério de Jesus

Com cerca de 30 anos, Jesus foi para o rio Jordão para ser batizado pelo profeta e pregador João Batista. Quando foi batizado, o Espírito Santo desceu sobre ele e uma voz do céu declarou que ele era o filho de Deus (Mateus 3:16-17). Jesus então foi para o deserto para orar e ser tentado, depois voltou e começou seu ministério.
Durante cerca de três anos, Jesus andou pelas cidades a pregar sobre o Reino dos Céus. Ele convidou as pessoas a se arrependerem e o seguirem. Jesus denunciou o pecado e mostrou o que era realmente agradável a Deus. Ele perdoou pecados e anunciou a salvação, que viria através de sua morte e ressurreição.
O ministério de Jesus foi marcado por muitos milagres. Jesus curou doentes, expulsou demônios, ressuscitou mortos e até multiplicou comida! Por causa dos milagres e sua sabedoria, multidões seguiam Jesus por onde ele andava. Jesus era bondoso e amava as pessoas, mas nunca comprometia seus valores.
Descubra aqui: quais foram os milagres de Jesus?
Ao longo de seu ministério, Jesus fez amigos e inimigos. Ele tinha vários discípulos que o ajudavam a espalhar a mensagem. Jesus também escolheu 12 de seus seguidores para serem apóstolos e os treinou para serem os líderes depois que ele fosse embora (Lucas 6:13-16). Mas nem toda a gente estava feliz com o trabalho de Jesus. Alguns líderes se sentiram ameaçados por Jesus e tentaram destruir seu ministério – sem sucesso.

A morte e ressurreição de Jesus

Jesus veio à terra com um objetivo: nos salvar de nossos pecados. Por isso, ele se entregou nas mãos de seus inimigos e foi crucificado. Na cruz, Jesus levou o castigo de todos os nossos pecados, para que todo que crê nele tenha a vida eterna (João 3:16-17).
Mas Jesus não permaneceu morto! No terceiro dia, Jesus ressuscitou. Ele apareceu várias vezes aos seus discípulos, provando que estava realmente vivo.
Veja também: como foi a ressurreição de Jesus?
Depois de 40 dias ensinando e encorajando seus discípulos, Jesus subiu ao Céu (Lucas 24:50-52). Ele não foi visto mais mas seus discípulos foram pelo mundo inteiro contando sobre tudo que ele fez por nós.

A vida de Jesus continua!

Jesus ainda está vivo hoje! Ele está junto de Deus Pai, intercedendo por nós e nos salvando de nossos pecados. Ele também mora dentro do coração de cada pessoa que crê nele, através do Espírito Santo (João 14:23).
Um dia Jesus voltará. Ele buscará todos os salvos e nos levará para morar para sempre com ele. A vida com Jesus nunca acabará!

Fonte:
https://www.respostas.com.br

A História do Apóstolo Paulo: Quem foi Paulo de Tarso?

Por :  Daniel Conegero

Paulo de Tarso, o apóstolo Paulo, sem dúvida é um dos personagens bíblicos mais conhecidos por todos os cristãos. Ele considerado como sendo o maior líder do cristianismo. Neste texto, nós conheceremos mais sobre a história de Paulo, autor de treze epístolas presentes na Bíblia.


Biografia do apóstolo Paulo

Paulo, nome romano de Saulo, nasceu em Tarso na Cilícia (Atos 16:37; 21:39; 22:25). Tarso não era um lugar insignificante (Atos 21:39), ao contrário, era um centro de cultura grega. Tarso era uma cidade universitária que ficava próxima da costa nordeste do Mar Mediterrâneo. Embora tenha nascido um cidadão romano, Paulo era um judeu da Dispersão, um israelita circuncidado da tribo de Benjamin, e membro zeloso do partido dos Fariseus (Romanos 11:1; Filipenses 3:5; Atos 23:6).

A infância e adolescência do apóstolo Paulo tem sido tema de grande debate entre os estudiosos. Alguns defendem que o apóstolo Paulo passou toda sua infância em Tarso, indo apenas durante sua adolescência para Jerusalém. Outros defendem que Paulo foi para Jerusalém ainda bem pequeno. Nesse caso, ele teria passado sua infância longe de Tarso. Na verdade, desde seu nascimento até seu aparecimento em Jerusalém como perseguidor dos cristãos, conforme os relatos do livro de Atos dos Apóstolos, há pouca informação sobre a vida do apóstolo Paulo.


Embora não se saiba ao certo com quantos anos Paulo saiu de Tarso, sabe-se com certeza que ele foi educado em Jerusalém, sob o ensino do renomado doutor da lei, Gamaliel, neto de Hillel. Paulo conhecia profundamente a cultura grega. Ele também falava o aramaico, era herdeiro da tradição do farisaísmo, estrito observador da Lei e mais avançado no judaísmo do que seus contemporâneos (Gálatas 1:14; Filipenses 3:5,6). Considerando todos estes aspectos, pode-se afirmar que sua família possuía alguns recursos e desfrutava de posição proeminente na sociedade.
O apóstolo Paulo possuía cidadania romana. Sobre isso, ele próprio afirma ser cidadão romano de nascimento (Atos 22:28). Provavelmente essa declaração indica que sua cidadania foi herdada de seu pai. Estima-se que naquele tempo pelo menos dois terços da população do Império Romano não possuía cidadania romana. Não se sabe ao certo como o pai do apóstolo conseguiu tal cidadania. Algumas pessoas importantes e abastadas conseguiam comprar a cidadania (Atos 22:28). Outras, conseguiam tal cidadania ao prestar algum relevante ao governo romano. A cidadania romana concedia alguns privilégios, dentre os quais podemos citar:
  • A garantia do julgamento perante César, se exigido, nos casos de acusação.
  • Imunidade legal dos açoites antes da condenação.
  • Não poderia ser submetido à crucificação, a pior forma de pena de morte da época.

Paulo de Tarso, o perseguidor


O livro de Atos dos Apóstolos informa que quando Estêvão foi apedrejado, suas vestes foram depositadas aos pés de Paulo de Tarso (Atos 7:58). Após esse episódio da morte de Estêvão, Paulo de Tarso assumiu uma posição importante na perseguição aos cristãos. Ele recebeu autoridade oficial para liderar as perseguições. Além disso, na qualidade de membro do concílio do Sinédrio, ele dava o seu voto a favor da morte dos cristãos (Atos 26:10).
O próprio Paulo afirma que “respirava ameaça e morte contra os discípulos do Senhor” (Atos 9:1). Além de deflagrar a perseguição em Jerusalém, ele ainda solicitou cartas ao sumo sacerdote para as sinagogas em Damasco. Seu objetivo era levar preso para Jerusalém qualquer um que fosse seguidor de Cristo, tanto homem como mulher (Atos 9:2). Paulo perseguia e assolava a Igreja de Deus (Gálatas 1:13). Ele fazia isso acreditando que estava servindo a Deus e preservando a pureza da Lei.

A conversão de Paulo de Tarso


As narrativas no livro de Atos, e as notas do próprio apóstolo Paulo em suas epístolas, sugerem uma súbita conversão. Entretanto, alguns intérpretes defendem que algumas experiências ao longo de sua vida devem tê-lo preparado previamente para aquele momento. A experiência do martírio de Estêvão e sua campanha de casa em casa para perseguir os cristãos podem ser exemplos disto (Atos 8:1-3; 9:1,2; 22:4; 26:10,11).
O que se sabe realmente é que Paulo de Tarso partiu furiosamente em direção a Damasco com o intuito de destruir a comunidade cristã daquela cidade. De repente, algo inesperado aconteceu, algo que causou uma mudança radical, não só na vida de Paulo de Tarso, mas no curso da História.
Ao escrever Atos dos Apóstolos, Lucas interpreta a conversão de Paulo de Tarso como um ato miraculoso, um momento em que um inimigo declarado de Cristo transformou-se em apóstolo seu. Os homens que estavam com Paulo ouviram a voz, mas não compreenderam as palavras. Eles ficaram espantados, mas não puderam ver a Pessoa de Cristo.
Por outro lado, Paulo viu o Cristo ressurreto e ouviu suas palavras. Esse encontro foi tão importante para Paulo que a base de sua afirmação sobre a legalidade de seu apostolado está fundamentada nessa experiência (1 Coríntios 9:1; 15:8-15; Gálatas 1:15-17). Considerando que Paulo de Tarso não havia sido um doze discípulos de Jesus, além de ter perseguido seus seguidores, a necessidade e importância da revelação pessoal de Cristo para Paulo fica evidente. Essa experiência transformou Paulo de Tarso profundamente como é possível notar:
  • Respondeu ao chamado de Cristo: o primeiro aspecto da mudança na vida do apóstolo Paulo pode ser percebido quando, imediatamente, ele responde à voz de Cristo: “Senhor, que queres que eu faça?” (Atos 9:6). Essa pergunta marcou o começo de seu novo relacionamento com Cristo (Gálatas 2:20).
  • De perseguidor a pregador do Evangelho: a mudança radical que atingiu a vida do apóstolo Paulo fica evidente na mensagem que ele começou a pregar na própria cidade de Damasco. Isso é realmente impressionante. Ele começou a pregar o Evangelho no mesmo lugar  em que pretendia prender os seguidores de Cristo (Atos 9:1,2).
  • Mudança de vida total: antes da conversão, Paulo de Tarso não aceitava a divindade de Jesus. Ele até acreditava que ao perseguir seus seguidores como um animal selvagem, tentando força-los a blasfemar contra Jesus, estaria fazendo a vontade de Deus (Atos 26:9-11; 1 Coríntios 12:3). É certo dizer que ele via Jesus como um impostor. Após sua conversão, sua pregação não era outra senão anunciar que Jesus é o Filho de Deus (Atos 9:20). O Paulo duro, rigoroso, ameaçador e violento de outrora, depois de convertido passou a demonstrar ternura, sensibilidade e amor. Essas características ficam evidentes em suas obras.

O início do ministério do apóstolo Paulo

Após o encontro que teve com Cristo, o apóstolo Paulo chegou em Damasco e recebeu a visita de Ananias. Foi Ananias quem o batizou (Atos 9:17,18). Também foi ali, naquela mesma cidade, que Paulo começou sua obra evangelística.
Não há informações detalhadas sobre os primeiros anos de seu ministério. O que se sabe é que o apóstolo Paulo pregou rapidamente em Damasco e depois foi passar um tempo na Arábia (Atos 9:20-22; Gl 1:17). A Bíblia não esclarece o que ele fez ali, nem mesmo qual o lugar específico da Arábia em que ele ficou. Depois, o apóstolo Paulo retornou a Damasco, onde sua pregação provocou uma oposição tão grande que ele precisou fugir para salvar sua própria vida (2 Coríntios 11:32,33).
Naquela ocasião ele fugiu para Jerusalém (Gálatas 1:18). Nesse tempo havia completado cerca de três anos de sua conversão. Paulo tentou juntar-se aos discípulos, porém estavam todos receosos com ele. Foi então que Barnabé se dispôs a apresentá-lo aos líderes dos cristãos. Entretanto, seu período em Jerusalém foi muito rápido, pois novamente os judeus procuravam assassiná-lo.
Por conta disso, os cristãos decidiram despedir Paulo, uma decisão confirmada pelo Senhor numa visão. Segundo o que ele próprio afirma em Gálatas 1:18, ele ficou somente quinze dias com Pedro. Essa informação se harmoniza com o relato de Atos 22:17-21. Paulo acabou deixando Jerusalém antes que pudesse se encontrar com os demais apóstolos, e também antes de se tornar conhecido pessoalmente pelas igrejas da Judeia. Porém, os crentes de toda aquela região já ouviam as boas-novas sobre Paulo.

O silêncio em Tarso e o trabalho em Antioquia

Logo depois o apóstolo Paulo foi enviado à sua cidade natal, Tarso. Ali ele passou um período de silêncio de cerca de dez anos. Embora esses anos sejam conhecidos como o sendo o período silencioso do ministério do apóstolo Paulo, é provável que ele tenha fundado algumas igrejas naquela região. Estudiosos sugerem que as igrejas mencionadas em Atos 15:41, tenham sido fundadas por Paulo durante esse mesmo período.
É certo que Barnabé, ao ouvir falar da obra que Paulo estava desempenhando, solicitou a presença do apóstolo em Antioquia na posição de um obreiro auxiliar. O objetivo era que Paulo o ajudasse numa promissora missão evangelística entre os gentios. Após cerca de um ano, ocorreu um período de grande fome. Então os crentes de Antioquia providenciaram contribuições para servir de auxilio aos cristãos da Judéia. Essas contribuições foram levadas por Paulo e Silas. Havendo completado sua missão, Paulo e Silas regressaram a Antioquia.
Esse período em Antioquia foi essencial no ministério do apóstolo Paulo. Foi ali que sua missão de levar o Evangelho aos gentios começou a ganhar força. Foi enquanto estava em Antioquia que o Espírito Santo orientou a Igreja a separar Barnabé e Paulo para a obra à qual Deus os chamara. Só então tiveram início as viagens missionárias do apóstolo Paulo.

As viagens missionárias do apóstolo Paulo

O trabalho evangelístico do apóstolo Paulo abrangeu um período de cerca de dez anos. Esse trabalho aconteceu principalmente em quatro províncias do Império Romano: Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia. Paulo concentrava-se nas cidades-chave, isto é, nos maiores centros populacionais de sua época. Isso fazia parte de seu planejamento missionário. Quando alguns judeus e gentios aceitavam a mensagem do Evangelho, logo esses convertidos tornavam-se o núcleo de uma nova comunidade local. Dessa forma, o apóstolo Paulo alcançou até mesmo as áreas rurais. A estratégia missionária usada pelo apóstolo Paulo pode ser resumida da seguinte forma:
  1. Ele trabalhava nos grandes centros urbanos, para que dali a mensagem se propagasse nas regiões circunvizinhas.
  2. Ele pregava nas sinagogas, a fim de alcançar judeus e prosélitos gentios.
  3. Ele focava sua pregação na comprovação de que a nova dispensação é o cumprimento das profecias da antiga dispensação.
  4. Ele percebia as características culturais e as necessidades dos ouvintes. Assim ele aplicava tais particularidades em sua mensagem evangélica.
  5. Ele mantinha o contato com as comunidades cristãs estabelecidas. Esse contato se dava por meio da repetição de visitas e envio de cartas e mensageiros de sua confiança.
  6. Ele estava atento as desigualdades presentes na sociedade de sua época, e promovia a unidade entre ricos e pobres, gentios e judeus. Além disso, ele solicitava que as igrejas mais prósperas auxiliassem os mais pobres.
Em Atos 14:21-23, é possível perceber que o método de Paulo para estabelecer uma igreja local obedecia a um padrão regular. Primeiramente era feito um trabalho dedicado ao evangelismo, com a pregação do Evangelho. Depois havia um trabalho de edificação, onde os crentes convertidos eram fortalecidos e encorajados. Por último, presbíteros eram escolhidos em cada igreja, para que a organização eclesiástica fosse estabelecida.

Primeira viagem missionária

A primeira viagem missionária de Paulo está registrada em Atos 13:1-14:28). Não se sabe exatamente quanto tempo durou essa primeira viagem. Sabe-se apenas que ela deve ter ocorrido por volta de 44 e 50 d.C. O ponto de partida foi Antioquia, um lugar que havia se tornado um tipo de centro do Cristianismo entre os gentios.
Basicamente a viagem foi concentrada na Ilha de Chipre e na parte sudeste da província romana da Galácia. Barnabé foi o líder até um determinado momento da viagem, e Paulo era o pregador principal. João Marcos servia como auxiliador dos missionários principais. Entretanto, João Marcos os deixou (literalmente os abandonou) e retornou para Jerusalém. A partir desse ponto, o apóstolo Paulo assumiu a liderança da missão.

Segunda viagem missionária

A segunda viagem missionária de Paulo está registrada em Atos 15:36-18:22. O propósito dessa viagem, conforme o próprio Paulo diz, era visitar os irmãos por todas as cidades em que a palavra do Senhor já havia sido anunciada (Atos 15:36). No entanto, ao discordarem sobre a ida de João Marcos na viagem missionária, Paulo e Barnabé decidiram se separar. Então Paulo levou consigo Silas, também chamado de Silvano.
A data provável dessa viagem fica entre os anos de 50 e 54 d.C. Essa segunda viagem cobriu um território bem maior do que a primeira, estendendo-se até a Europa. A obra evangelística foi concluída na Macedônia e Acaia, e as cidades visitadas foram: Filipos, Tessalônica, Beréia, Atenas e Corinto.
O apóstolo Paulo permaneceu em Corinto um longo tempo (Atos 18:11,18). Ali ele pregou o Evangelho e exerceu sua atividade profissional de fazer tendas. Foi dessa cidade que ele enviou a Epístola aos Gálatas e, provavelmente, um pouco depois, também enviou as Epístolas aos Tessalonicenses. Paulo também parou brevemente em Éfeso, e ao partir prometeu retornar em outra ocasião (Atos 18:20,21).

Terceira viagem missionária

A terceira viagem missionária de Paulo está registrada em Atos 18:23-21:16. Essa viagem ocorreu entre 54 e 58 d.C. O apóstolo Paulo atravessou a região da Galácia e Frígia e depois prosseguiu em direção a Ásia e à sua principal cidade, Éfeso. Ali o apóstolo ficou por um longo período, cumprindo a promessa anteriormente feita (Atos 19:8-10; 20:3).
É provável que todas, se não pelo menos a maioria das sete igrejas da Ásia, tenha sido fundada durante esse período. Parece que antes de Paulo escrever a Primeira Epístola aos Coríntios, ele fez uma segunda visita à cidade de Corinto, regressando logo depois para Éfeso. Então, mais tarde, ele escreveu 1 Coríntios.
Quando deixou Éfeso, Paulo partiu para a Macedônia. Foi ali, talvez em Filipos, que ele escreveu a Segunda Epístola aos Coríntios. Depois, finalmente o apóstolo Paulo passou pela terceira vez em Corinto. Antes de partir dessa cidade, provavelmente ele escreveu a Epístola aos Romanos (cf. Romanos 15:22-25).
O resultado das viagens missionárias do apóstolo Paulo foi extraordinário. O Evangelho se espalhou consideravelmente. Estima-se que perto do final do período apostólico, o número total de cristãos no mundo era em torno de quinhentos mil. Apesar de esse resultado ter sido fruto de um árduo trabalho que envolveu um enorme número de pessoas, conhecidas e anônimas, o obreiro que mais se destacou nessa missão certamente foi o apóstolo Paulo.

O debate do apóstolo Paulo com Pedro

Em um determinado momento, devido ao crescente número de gentios na Igreja, questões a respeito da Lei e dos costumes judaicos sugiram entre os cristãos. Muitos cristãos judeus insistiam que os gentios deveriam observar a Lei Mosaica. Eles queriam que os crentes gentios se enquadrassem nos costumes judaicos, principalmente em relação à circuncisão. Para eles, só assim poderia haver igualdade na comunidade cristã.
O apóstolo Paulo identificou esse movimento judaizante como uma ameaça à verdadeira natureza do Evangelho da graça. Por isso ele se posicionou claramente contra essa situação. Diante dessas circunstâncias, o apóstolo Paulo repreendeu Pedro publicamente (Gálatas 2:14). Pedro havia se separado de alguns crentes gentios, a fim de evitar problemas com certos cristãos judaizantes. Esse também foi o pano de fundo que levou o apóstolo Paulo a escrever uma epístola de advertência aos Gálatas. Nessa epístola ele apresenta com grande ênfase o tema da salvação pela graça mediante a fé.
Podemos dizer que esse acontecimento foi a primeira crise teológica da Igreja. Para que o problema fosse solucionado, Paulo e Barnabé foram enviados a uma conferência com os apóstolos e anciãos em Jerusalém. O concílio decidiu que, de forma geral, os gentios que se convertessem não estavam sob a obrigação de observar os costumes judaicos.

Prisões e morte do apóstolo Paulo

Existe muita discussão em relação ao número de prisões que o apóstolo Paulo sofreu. Essa discussão de dá, principalmente pelo fato de o livro de Atos não descrever toda a história do apóstolo Paulo. Além disso, provavelmente o apóstolo Paulo foi preso algumas vezes por um período muito curto de tempo, como por exemplo, em Filipos (Atos 16:23).
Ao falar sobre suas próprias prisões, o apóstolo Paulo escreve o seguinte:
Considerando apenas as principais prisões do apóstolo Paulo, sabe-se que ele foi preso em Jerusalém (Atos 21), e para impedir que fosse linchado, ele foi transferido para Cesareia. Nessa cidade Felix, o governador romano, deixou o apóstolo Paulo na prisão por dois anos (Atos 23-26). Festo, sucessor de Felix, sinalizou que poderia entregar Paulo aos judeus, para que por eles ele fosse julgado.
Como Paulo sabia que o resultado do julgamento seria totalmente desfavorável a sua pessoa, então na qualidade de cidadão romano, ele apelou para César. Depois de um discurso perante o rei Agripa e Berenice, o apóstolo Paulo foi enviado sob escolta para Roma. Após uma terrível tempestade, o navio a qual ele estava naufragou, e Paulo passou o inverno em Malta.
Finalmente o apóstolo Paulo chegou a Roma na primavera. Na capital do Império ele passou dois anos em prisão domiciliar. Apesar disso ele tinha total liberdade para ensinar sobre o Evangelho (Atos 28:31). É exatamente nesse ponto que termina a história descrita no livro de Atos dos Apóstolos. O restante da vida de Paulo precisa ser contado utilizando-se os registros de outras fontes.
Por isso, as únicas informações adicionais que encontramos no Novo Testamento sobre a biografia do apóstolo Paulo, parte das Epístolas Pastorais. Essas epístolas parecem sugerir que o apóstolo Paulo foi solto depois dessa primeira prisão em Roma relatada em Atos por volta de 63 d.C. (2 Timóteo 4:16,17). Após ser solto, ele teria visitado a área do Mar Egeu e viajado até a Espanha.

O martírio em Roma

Depois, novamente Paulo foi aprisionado em Roma. Desa última vez ele acabou executado pelas mãos de Nero por volta de 67 e 68 d.C. (2 Timóteo 4:6-18). Tudo isso indica que as Epístolas Pastorais documentam situações não historiadas em Atos. A Epístola de Clemente (cerca de 95 d.C.) e o cânon Muratoriano (cerca de 170 d.C.) testificam sobre uma viagem do apóstolo Paulo a Espanha.
A tradição cristã conta que a morte do apóstolo Paulo ocorreu junto da estrada de Óstia, fora da cidade de Roma. Ele teria sido decapitado. Talvez o texto que mais defina a biografia do apóstolo Paulo seja exatamente esse:

Epístolas escritas pelo apóstolo Paulo

  • Romanos
  • I Coríntios
  • II Coríntios
  • Gálatas
  • Efésios
  • Filipenses
  • Colossenses
  • I Tessalonicenses
  • II Tessalonicenses
  • I Timóteo
  • II Timóteo
  • Tito
  • Filémon
Fonte : https://estiloadoracao.com

Entenda o que é uma mulher virtuosa segundo a Bíblia

A mulher virtuosa é a mulher aprovada por Deus. A Bíblia nos dá vários exemplos de mulheres virtuosas: Rute, Ester, Ana, Maria... Essas mulheres foram uma bênção na vida de muitas pessoas.
Provérbios 31 nos mostra quem é uma mulher virtuosa aos olhos de Deus:

1. Ama a Deus

“A beleza é enganosa, e a formosura é passageira; mas a mulher que teme o Senhor será elogiada.” Provérbios 31:30
A caraterística principal de uma mulher virtuosa é seu amor por Deus. Ela sabe que Deus se preocupa mais com o coração que com a aparência exterior.

2. Ama os outros

“Acolhe os necessitados e estende as mãos aos pobres. Não teme por seus familiares quando chega a neve, pois todos eles vestem agasalhos.” Provérbios 31:20-21
A mulher virtuosa não pensa só em si mesma. Ela se preocupa com sua família e as pessoas à sua volta.

3. É trabalhadora

“Entrega-se com vontade ao seu trabalho; seus braços são fortes e vigorosos.” Provérbios 31:17
A mulher virtuosa não dá lugar à preguiça! Ela é responsável e faz um bom trabalho. Se é trabalhadora, Deus aprova tanto a mulher de negócios como a dona de casa.

4. É sábia

“Fala com sabedoria e ensina com amor.” Provérbios 31:26
Deus dá sabedoria e entendimento à mulher virtuosa. Ela conhece a Bíblia e dá bons conselhos.

5. Tem esperança

“Reveste-se de força e dignidade; sorri diante do futuro.” Provérbios 31:25
A mulher virtuosa encontra força em Deus. Ela sabe que não precisa ter medo do futuro, porque Deus está cuidando dela.
Deus abençoa a mulher virtuosa!
Fonte: https://www.bibliaon.com