13 de junho de 2016

TEMPLOS OU IGREJAS O QUE ESTAMOS CONSTRUINDO?

?

TEMOS VISTO EM TODO MUNDO TEMPLOS E CATEDRAIS BEM SUNTUOSOS, PELA SUA ARQUITETURA MOSTRANDO ASSIM TODA SUA BELEZA, ALGUNS TORNANDO-SE PONTOS TURÍSTICOS EM ALGUNS LUGARES.
FICO OBSERVANDO, QUE A IGREJA EM SUA HISTÓRIA PREOCUPOU-SE MUITO COM PROJETOS ARQUITETÔNICOS E DEIXANDO UM POUCO DE INVESTIR EM MISSÕES .
QUE SEU PROJETO MAIOR É GANHAR ALMAS.EM SUA MAIORIA HOJE ESSES TEMPLOS E CATEDRAIS SÃO MAIS PARA MOSTRAR UMA OSTENTAÇÃO DE PODER RELIGIOSO DEMOSTRADO ATRAVÉS DA HISTÓRIA. NÃO ME COLOCO CONTRA TAIS CONSTRUÇÕES ME COLOCO SIM COM FOCO EXAGERADO DE ALGUNS LÍDERES QUE DEIXAM DE CUIDAR DE PESSOAS E VEM A OPORTUNIDADE DE GANHAR STATUS SOCIAL E ALGUNS COM CERTO COMPORTAMENTO DE DOMINAÇÃO DE MASSAS SOCIAIS.SE COLOCANDO OU SE ACHANDO ''DEUS'' DEIXANDO SUA FUNÇÃO MAIOR DE PASTOREIO E NOBRE DADA PELO NOSSO SENHOR JESUS APASCENTA MINHAS OVELHAS. TEMPLOS NA VERDADE TEM DE SER UM LUGAR DE APRISCO LUGAR DE PROVISÃO ESPIRITUAL,PORQUE NA VERDADE DEUS NÃO HABITA EM TEMPLOS FEITOS POR MÃOS DE HOMENS E SIM TEMPLOS TRANSFORMADOS DE SEPULCROS CAIADOS EM TEMPLOS DO ESPIRITO SANTO .
 

ASS:PR ANTONIO MATIAS

12 de junho de 2016

Preciso da sua ajuda

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/lentes-canon


Me apaixonei por fotografia e quero me aposentando trabalhar com fotografia e continuar o  meu ministério ,pois fotografo os eventos na casa do PAI ETERNO.Já tenho a câmera digital Canon 60D estão faltando as lentes.Espero que vocês me ajudem a realizar meu sonho.

9 de fevereiro de 2016

“... NÃO NOS DEIXES CAIR...”

Myrtes Mathias

Senhor,
Tu me deste um coração sensível,
uma grande necessidade de ternura
e me mandaste ao mundo
com uma ordem:
“Sê uma benção.”
Isto é desafio que se faz aos fortes,
ordem que se dá aos grandes,
missão que se entrega a heróis.
E eu sou pequena, Senhor,
pequena e frágil,
pequena e vulnerável.
Deste-me uma ordem racional
e eu, Senhor – pobre de mim! –
só tenho coração.
O mundo não gosta de alguém assim.
Por isso, então,
cheguei até aqui
sedenta de compreensão,
em busca de libertação,
um desejo enorme
de voltar para perto de Ti.
Verdes ondas de sonho
me fizeram olhar o céu
e desejar estrelas,
como a princesinha da lenda,
que pediu a lua.
Que fiz, Senhor, da ordem Tua?
Não passo de uma criança doente,
caída aos pés frios da realidade,
mãos estendidas,
implorando, assim,
a Ti, meu Pai, que tudo podes:
- Salva-me!
pois eu não sei tomar conta de mim...
(Extraído do Livro: “Poemas Para Meu senhor” – págs.23-24)

20 de setembro de 2015

3 de março de 2015

Ele recolhe minhas lágrimas

"Registra Tu mesmo o meu lamento: recolhe as minhas lágrimas no Teu odre. Acaso não estão anotadas em Teu livro?" (Salmo 56:8)

Este versículo trata do momento que Davi está preso em Gate pelos filisteus. Foi no meio dessa provação que ele, assim mesmo, declarou esta oração esperando pelo consolo de Deus.

Davi foi um homem de lagrimas. Chorou e chorou muito. Em muitos momentos de alegria e outros de profunda tristeza e decepção. Em todas elas, porém, o Salmista descobriu que o Senhor não permitiu que nenhuma lágrima fosse ignorada ou menos prezada. Ele tinha no coração a certeza que o Senhor recolhia todas as suas lagrimas. Isto é tremendo! Eu tenho um Deus que recolhe as minhas lagrimas.
 Não dá para se emocionar quando lemos que o nosso Deus recolhe as nossas lágrimas e guarda, todas elas, no  seu odre. Meu amado neste mundo choro que vivemos, podemos ter a certeza que o carinho do Senhor é real diante do nosso choro.

Suas lágrimas nunca foram e nunca serão em vão. Suas lágrimas nunca são e nunca serão desprezadas. Recolhidas pelo Senhor, elas são a matéria prima da sua "volta por cima". Ela será o consolo do teu coração e a certeza que o teu Deus vai agir.

Como diz a canção de Kleber Lucas: “E mesmo quando eu chorar, as minhas lágrimas serão, para regar a minha fé E consolar meu coração, pois o que chora aos pés da cruz, clamando em nome de Jesus, alcançará de Ti Senhor misericórdia, Graça e luz”


Texto escrito pelo nosso querido Apóstolo Alexandre Macedo no seu blog: 

29 de setembro de 2014

FATO 69 - O OLHO DO ANTICRISTO

"A espada cairá sobre o seu braço e sobre o seu olho direito; e o seu braço completamente se secará, e o seu olho direito completamente se escurecerá." [Zacarias 11:17b]

Um artigo que foi incluído na seção de notícias diárias em 7 de agosto de 2008 chamou minha atenção e me motivou a fazer uma pesquisa adicional. O título era: "Por Que o Olho dos Illuminati Infesta as Igrejas Cristãs?" e o subtítulo dizia que o símbolo ocultista "aparece em todo o mundo".
Embora eu soubesse que aquilo era verdade, o artigo em http://www.prisonplanet.com/why-does-the-illuminati-eye-infest_chri... continha as seguintes citações sobre algo que eu não sabia: "O autor atribui o olho a uma representação do Dajjal, ou 'o Cristo Impostor', uma figura maligna na escatologia islâmica que supostamente retornará como um falso profeta antes do Dia do Juízo. De acordo com uma descrição: 'Dizem que ele terá um olho danificado e o outro será normal.'" (Além disso, o artigo inclui um vínculo para um vídeo do YouTube que mostra várias igrejas em todo o mundo em que o olho aparece de forma proeminente.)
Para saber mais sobre o assunto do "Dijjal", consultei a enciclopédia on-line Wikipedia:
"Dajjal é uma palavra árabe comum, usada no sentido de "falso profeta", mas al-Masih ad-Dajjal, com o artigo definido, refere-se ao "impostor", um enganador específico do fim dos tempos. O termo al-Masih ad-Dajjal (árabe para "falso messias") é uma tradução literal do termo siríaco Msih Daggala, que esteve no vocabulário comum do Oriente Médio e foi adaptado para a língua árabe 400 anos antes do Qur'am por meio da Peshitta (que usa o termo em lugar do gregoantichristos).
"A crença baseia-se nos eventos antes do Dia do Juízo perto da Segunda Vinda do Cristo, quando al-Dajjal, que terá seu olho direito cego, reunirá um exército formado por aqueles que foram enganados por ele e os liderará em uma guerra contra Jesus, que estará acompanhado pelo exército dos justos."
"Ele aparecerá em algum lugar entre a Síria e o Iraque; nesse tempo Jesus retornará e o Imam Mahdi derrotará ad-Dajjal na Palestina. Ele viajará por todo o mundo durante quarenta dias pregando suas falsidades, mas não conseguirá entrar em Meca ou em Medina."
"Linguisticamente, a razão para o nome dele ser al-Masih ad-Dajjal é simplesmente por que masih é um título dado àquele que viaja muito para aumentar sua influência no mundo. Jesus também é chamado de masih, pois também percorrerá o mundo inteiro para pregar justiça e a virtude, enquanto que Dajjal viajará por todo o mundo para fazer exatamente o contrário. Ele receberá o controle de todo o mundo, que é a razão específica para ele ser chamado de masih. Essencialmente, Jesus é o masih da virtude e da justiça; Dajjal é o masih do mal." [Tradução nossa].
Não é interessante que o Islã tenha uma tradição referente ao Anticristo e que ele terá o olho direito danificado? Não há dúvida que esse detalhe foi obtido da Bíblia cristã, porque o seguinte verso em Zacarias foi escrito quinhentos anos antes de Cristo — enquanto que as cópias mais antigas do Alcorão datam aproximadamente do ano 750 DC:
"Ai do pastor inútil, que abandona o rebanho! A espada cairá sobre o seu braço e sobre o seu olho direito; e o seu braço completamente se secará, e o seu olho direito completamente se escurecerá." [Zacarias 11:17; ênfase adicionada].
Muitos professores conservadores da Bíblia acreditam que essa citação de Zacarias refere-se ao Anticristo. Se você me permite, gostaria de lhe oferecer algumas evidências que não somente apóiam essa premissa, mas também lançam uma luz sobre a verdadeira natureza do assim chamado "Olho Que Tudo Vê de Deus", que é encontrado em tantas igrejas!
Primeiro de tudo, os seguintes artigos da Cutting Edge estabelecem o fato que o símbolo é derivado do egípcio "Olho de Hórus", e que foi trazido para nossa cultura pela Maçonaria:
Quando examinamos o verso citado anteriormente, vemos que o "pastor inútil" não somente perderá a visão de seu olho direito, mas também que um de seus braços ficará inutilizado. Que braço será? Não posso ser dogmático aqui, mas em minha opinião, será o braço direito, por causa de diversas referências na Bíblia sobre a mão direita e ao braço direito de Deus — símbolos poderosos de Sua soberana majestade e poder, que o Diabo quer usurpar. Portanto, como o símbolo do olho direito é geralmente aceito como uma representação da inteligência, e o braço da força, o fato de o Anticristo ser privado de ambos será uma poderosa declaração de Deus sobre o plano ridículo de Satanás de substituí-Lo!
"Mas, no fim do seu reinado, quando acabarem os prevaricadores, se levantará um rei, feroz de semblante, e será entendido em adivinhações." [Daniel 8:23].
Acredito que muitos comentaristas erraram o alvo por não reconhecerem que Daniel 8:23 é também uma descrição do Anticristo e não está limitado somente a Antíoco Epifânio — o cruel rei sírio que oprimiu Israel após a morte de Alexandre, o Grande. No que se refere à algumas profecias bíblicas, precisamos reconhecer que há um aspecto duplo para elas, pois contém um "cumprimento próximo" a ser seguido por um "cumprimento no futuro distante". Em outras palavras, o que Antíoco Epifânio fez contra os judeus de seu tempo foi um prenúncio do que o Anticristo fará com eles no futuro, em uma escala muito maior. O "semblante feroz" desse futuro rei pode descrever uma face que foi terrivelmente ferida pelo golpe de uma espada:
"E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta." [Apocalipse 13:3].
Há também algo mais aqui que acho que deveria ser considerado. Se de fato o uso da mão direita ficará impossibilitado, poderia não ser essa a base ocultista para o "caminho da mão esquerda" da Magia Negra e satanismo? O Diabo também sabe ler, de modo que conhece o que a Bíblia diz sobre esse tempo no futuro quando seus homens governarão e reinarão sobre a Terra durante sete anos! Por causa dessas profecias na Palavra de Deus, o Diabo sempre soube o tempo todo o destino final que o aguarda — então por que não tentar compensar fazendo os princípios e dogmas de sua falsa religião serem "da mão esquerda?"
Devido à perda da visão em seu olho direito, o Anticristo terá de depender de seu olho esquerdo e é aqui que este assunto se torna interessante! Após examinar atentamente cada gravura que consegui encontrar em que o "Olho Que Tudo Vê" é claramente definido, fiquei admirado ao descobrir que muitos deles são olhos esquerdos! Mas como é possível determinar isso? Você pergunta. A resposta é que tudo o que precisamos fazer é observar a localização da "carúncula" — a prega da conjuntiva, em forma de um pequeno cone avermelhado, situada no ângulo interno do olho. (A função da carúncula é canalizar as lágrimas até o 'saco lacrimal', que então as bombeia para fora do duto lacrimal e para dentro da cavidade nasal — desse modo mantendo-a umedecida. A localização da carúncula determina se um olho esquerdo ou direito está sendo retratado. Se a carúncula estiver no lado esquerdo do globo ocular quando visto por outra pessoa, então o olho é esquerdo, e vice-versa. Além disso, em muitos casos a pálpebra é ligeiramente mais larga no lado oposto da carúncula. (Isso é verdadeiro para meus próprios olhos.) Assim, com esses fatos em mente, vamos considerar algumas gravuras e verificar se existe alguma justificativa para essas suposições:
O seguinte é, sem dúvidas, o exemplo mais amplamente conhecido do "Olho Que Tudo Vê" que existe! Observe que a pálpebra está bem maior do lado oposto ao da carúncula. Como sabemos que os maçons foram responsáveis por colocarem esse símbolo no "Grande Selo dos Estados Unidos" e que subsequentemente o colocaram no verso da nota de um dólar, os detalhes específicos devem ser vistos como exatos, a partir de um ponto de vista ocultista.
Ao encerrar, quero direcionar sua atenção a um artigo sobre o filme "A Paixão", de Mel Gibson. O título desse artigo é "Por Que o Simbolismo do Anticristo É Mostrado de Forma Tão Proeminente em 'A Paixão'?", que pode ser lido no FATO 70, a seguir.
Nesse filme, o 'cristo' é retratado com seu olho direito totalmente inchado — e fechado — após ser surrado pelos soldados romanos. Mas, como o artigo explica, o que pensamos que estamos vendo não é sempre o que parece!
Autor: Pr. Ron Riffe

30 de julho de 2014

Quando Oramos!

Introdução: O versículo 31 começa dizendo: “tendo eles orado”. 
Quando oramos, o Senhor se manifesta trazendo transformações.
Vejamos abaixo trajetórias dos discípulos da Igreja Primitiva:

1. Foram novamente fortalecidos por Deus.
“Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos.
Todos ficaram cheios do Espírito Santo 
E com intrepidez, anunciavam a palavra de Deus” (v.31).
Os discípulos receberam intrepidez para a pregação do Evangelho.
 Através do poder do Espírito Santo.
A eficácia na pregação vem através do Espírito Santo.

2. Renunciaram as suas preferências, os seus reinos pessoais.
“Da multidão dos que creram era um o coração e a alma” (v.32a).
Significa: “Todos os que creram pensavam e sentiam do mesmo modo”.
Havia unidade, comunhão entre eles (Sl 133; Gn 11.6).
O mais importante era o coletivo.

3. Estavam despreocupados das coisas terrenas.
“Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía.
Tudo, porém, lhes era comum” (v.32b).
Não viviam ansiosos pelo dia de amanhã (Mt 6.24-34)
Tudo era distribuído por todos e para todos.

4. Receberam poder para anunciar a Palavra.
“Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus” (v.33a).
Os discípulos anunciavam a Palavra debaixo da Unção e do poder do Espírito Santo.
Se desejamos ser eficientes em tudo que fazemos.
É necessário intimidade com Deus através da oração.

5. Foram cheios com a plenitude da Graça.
“e em todos eles havia abundante graça” (v.33b).
Mas, afinal o que é Graça?
a.O amor de Deus que salva as pessoas e as conserva unidas com Ele
(Sl 90.17; Ef 2.5; Tt 2.11; 2Pe 3.18).
b. A soma das bênçãos que uma pessoa, sem merecer, recebe de Deus
(Sl 84.11; Rm 6.1; Ef 2.7).
c. A influência sustentadora de Deus que permite que a pessoa salva continue fiel e firme na fé.
(Rm 5.17; 2Co 12.9; Hb 12.28).
d. Louvor; gratidão (Sl 147.7; Mt 11.25).
e. Boa vontade; aprovação (Gn 6.8; Lc 1.30; 2.52).
f. Beleza (Pv 31.30).
g. Bondade (Zc 12.10).
h. “De graça” é “sem pagar” (Gn 29.15; Mt 10.8).

6. Viveram e cuidaram uns dos outros.
“Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas. 
Vendendo-as, traziam os valores correspondentes e depositavam aos pés dos apóstolos. 
Então, se distribuía a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade” (vs.34, 35).
Através de uma vida de oração os discípulos venceram o egoísmo.
Veja o que diz 1 Tm 5.8: 
“Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa.
Tem negado a fé e é pior do que o descrente”.

Conclusão: 
Quando oramos, o lugar treme, ficamos cheios do Espírito Santo.
 E consequentemente recebemos coragem para vencer.

8 de março de 2014

Mulher

Parabéns 

Para os meus amores,as 3 mulheres da minha vida e a todas as mulheres pelo seu dia.




Bem aventurada a mulher que cuida do próprio perfil interior e exterior, porque a harmonia da pessoa faz mais bela a convivência humana. Bem aventurada a mulher que, ao lado do homem, exercita a própria insubstituível responsabilidade na família, na sociedade, na história e no universo inteiro. Bem aventurada a mulher chamada a transmitir e a guardar a vida de maneira humilde e grande. Bem aventurada quando nela e ao redor dela acolhe faz crescer e protege a vida. Bem aventurada a mulher que põe a inteligência, a sensibilidade e a cultura a serviço dela, onde ela venha a ser diminuída ou deturpada. Bem aventurada a mulher que se empenha em promover um mundo mais justo e mais humano. Bem aventurada a mulher que, em seu caminho, encontra Cristo: escuta-O, acolhe-O, segue-O, como tantas mulheres do evangelho, e se deixa iluminar por Ele na opção de vida. Bem aventurada a mulher que, dia após dia, com pequenos gestos, com palavras e atenções que nascem do coração, traça sendas de esperança para a humanidade.



4 de março de 2014

SÚPLICA E CONFIANÇA

Inclina, SENHOR, os teus ouvidos, e ouve-me, porque estou necessitado e aflito.
Guarda a minha alma, pois sou santo: ó Deus meu, salva o teu servo, que em ti confia.
Tem misericórdia de mim, ó Senhor, pois a ti clamo todo o dia.
Alegra a alma do teu servo, pois a ti, Senhor, levanto a minha alma.
Pois tu, Senhor, és bom, e pronto a perdoar, e abundante em benignidade para todos os que te invocam.
Dá ouvidos, Senhor, à minha oração e atende à voz das minhas súplicas.
No dia da minha angústia clamo a ti, porquanto me respondes.
Entre os deuses não há semelhante a ti, Senhor, nem há obras como as tuas.
Todas as nações que fizeste virão e se prostrarão perante a tua face, Senhor, e glorificarão o teu nome.
Porque tu és grande e fazes maravilhas; só tu és Deus.
Ensina-me, Senhor, o teu caminho, e andarei na tua verdade; une o meu coração ao temor do teu nome.
Louvar-te-ei, Senhor Deus meu, com todo o meu coração, e glorificarei o teu nome para sempre.
Pois grande é a tua misericórdia para comigo; e livraste a minha alma do inferno mais profundo.
Ó Deus, os soberbos se levantaram contra mim, e as assembléias dos tiranos procuraram a minha alma, e não te puseram perante os seus olhos.
Porém tu, Senhor, és um Deus cheio de compaixão, e piedoso, sofredor, e grande em benignidade e em verdade.
Volta-te para mim, e tem misericórdia de mim; dá a tua fortaleza ao teu servo, e salva ao filho da tua serva.
Mostra-me um sinal para bem, para que o vejam aqueles que me odeiam, e se confundam; porque tu, Senhor, me ajudaste e me consolaste.

Salmos 86:1-17

24 de fevereiro de 2014

Família: Visão de Deus para o governo da terra

E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente. Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre o homem, e este adormeceu; tomou-lhe, então, uma das costelas, e fechou a carne em seu lugar; e da costela que o Senhor Deus lhe tomara, formou a mulher e a trouxe ao homem. Então disse o homem: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada. Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne. E ambos estavam nus, o homem e sua mulher; e não se envergonhavam.” (Gn 2:7,21-25)

A Igreja do Senhor Jesus deve promover uma cura completa no espírito, alma e corpo. “E o próprio Deus de paz vos santifique completamente; e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. (I Ts 5:23). Se estivermos curados, as lutas e os ataques externos em nosso casamento, nossa família se tornarão em nada.
 
Deus formou o primeiro casal com um propósito específico: dominar. Este dominar se refere a um governo físico e espiritual. A pergunta é:como estabelecer o governo através da Família:
 
1. GANHAR toda a Família

Vamos cumprir o chamado da Visão Celular no Governo dos 12 começando em casa, fazendo campanhas de oração e jejum em prol de familiares, estabelecendo alvos para ganhar: avós, pais, irmãos, tios, primos. Assim enfraquecemos as forças espirituais e atamos os demônios da idolatria, trazendo a unção de salvação para toda a família.

Todos os casais envolvidos na Visão Celular têm alcançado conquistas em muitas áreas de suas vidas, inclusive no âmbito familiar. E para isto é preciso:

1.1. Ganhar a confiança do cônjuge.
O diabo tem trabalhado na desconfiança. Muitos cônjuges não confiam mais um no outro. Relacionamentos desgastados e enfraquecidos. Podemos compará-los ao alicerce de uma construção, que não estão bem firmados e por isso trazem insegurança.

Muitos líderes tem credibilidade fora de casa, são tremendos empresários, atletas, grandes líderes espirituais, e dentro de casa não possuem credibilidade, a confiança foi abalada, porque é no dia a dia que conhecemos as pessoas e ninguém melhor do que o cônjuge e os filhos para dizerem quem somos de fato.
Que Deus nos faça os maiores conquistadores de toda a terra, e principalmente que o cônjuge e os filhos, possam viver uma vida de vitória, com o que vivem no cotidiano.

2. CONSOLIDAR a Família.

Podemos definir consolidar como entregar-se completamente. A consolidação dentro do lar exige investir tempo com os domésticos da fé. Ninguém consolida discípulos se não se entregar completamente. Não como consolidar a família se não tivermos qualidade de tempo. Precisamos nos importar com as necessidades.

a) Cônjuge
Separe um tempo do seu dia para a comunicação. Isto fará diferença em seu casamento, sentar juntos para conhecer o coração um do outro, saber quais sãos sonhos do coração de seu amor, quais as maiores dificuldades e o que você pode fazer para ajudar? Estar envolvido um com o outro, nos faz sentir importante e valorizado.

Querido líder aprenda a viver cada minuto do seu dia conquistando algo. É hora de consolidação em nosso casamento, vamos voltar a geração Isaque e Rebeca. Isaque orou muitos anos para que Deus abrisse a madre de sua esposa e teve essa postura diante de Deus porque sentia a dor de sua esposa. Deus os honrou e deles saíram os patriarcas das 12 tribos de Israel.

b) Filhos
Faremos história com nossos filhos, não com as nossas palavras, mas com os nossos atos. Sentar com os filhos, faz toda a diferença. Precisamos saber o que nossos filhos esperam de nós, no que precisamos melhorar, assim estaremos aprendendo e ensinando ao mesmo tempo. Nossos ensinamentos marcarão as vidas de nossos filhos pela eternidade. “Instrui o criança no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele”. (Pv 22:6)

Quando você chegar em casa sente com os seus filhos, converse, brinque com eles e depois você colherá os frutos. Nossos filhos são dádivas de Deus “Eis que os filhos são herança da parte do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão”. (Sl 127:3)

A Bíblia relata várias histórias de patriarcas que foram grandes conquistadores, mas que falharam na família como: Abraão, que foi um excelente líder, mas falhou com os filhos; Davi, o maior rei de Israel, consolidou todo o reino, porém, não viu as necessidades do primogênito Amnom, aquele que seria o herdeiro do trono, por esta falha perdeu muitas coisas.
É chegado o tempo de vitórias e conquistas. A consolidação familiar nos levará a consolidar as multidões.
 
3. Discipulado Familiar
Discipulado se traduz em maturidade, crescimento. Como casal é importante sentarmos juntos para lermos a Bíblia e meditarmos nas suas verdades. Vivemos em um tempo de muitas atividades e compromissos, que muitas vezes nos fazem esquecer dos ensinamentos de Deus. Precisamos constantemente retornar à Palavra. “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te. Também as atarás por sinal na tua mão e te serão por frontais entre os teus olhos; e as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas”. (Dt 6:5-9)

É assim que devemos viver em família, para que todos tenham um conhecimento pleno da Palavra de Deus.

Todo casal que estuda e pesquisa junto cresce em maturidade espiritual e intelectual e tem mais unção para doutrinar os filhos. Isto fala de discipulado.
 
4. Enviar em unidade

Quando falamos em unidade traduzimos em equipe. Toda a família é uma equipe. Quando um casal se une com os filhos no mesmo propósito se tornam uma equipe poderosa e cumprem o Ide de Jesus. Tudo o que fazemos em equipe, realizamos mais rápido. “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Pois se caírem, um levantará o seu companheiro; mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará? E, se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa”. (Ec 4:9-12)

É tempo de nos unirmos em casa e juntos fazermos história, a história de uma família que cumpriu o chamado do Senhor. E então, colheremos as promessas contidas na Palavra.
Pr. Wilson Ayub Jr. - MIR

19 de janeiro de 2014

Maturidade em meio à crise...

Maturidade em meio à crise é a garantia do suprimento que vem do Alto

Crise é um tempo propício para se desenvolver maturidade e colher prosperidade no mesmo terreno em que a maioria só enxerga sequidão e escassez!



O Deus que servimos não mente jamais em Sua promessa. Em Gênesis 26:12, Ele diz: “E semeou Isaque naquela mesma terra, e colheu naquele mesmo ano cem medidas, porque o Senhor o abençoava.”
Há uma narrativa de que um povo todo entrou em crise, mas um homem chamado Isaque pediu a bênção para plantar na crise, e, quando ele plantou, aconteceu o sobrenatural. Mesmo a terra sendo seca e deserta, a Bíblia diz que houve colheita.
Prosperidade em meio à crise
Quem é que no meio de uma crise fica rico? Isaque ficou. Nós, como filhos de Deus, também podemos ficar. Não estamos em crise, mas em Cristo. A crise pode ser a nossa chance para darmos uma resposta de que enquanto há pessoas profetizando desgraças, há um povo associado a Deus de acordo com os princípios da Palavra. Não existe promessa para a crise, mas existem promessas para os filhos de Deus.
Saiba que independente do que vão dizer de você, ou do que você está vivendo, Deus está escrevendo uma nova história para você. É tempo de provisão e de conquista! As comportas dos Céus vão se abrir, porque Deus vai fazer isso.
A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Isto é, você pode plantar o que desejar, mas saiba que   depois de plantar não pode mudar de ideia e desejar colher laranja só porque descobriu que limão é muito azedo.
Tudo no Planeta se move por semente de vida ou semente de morte. A Terra é movida pelas sementes. Deus fez assim, conforme registrado em Gênesis 1:8 e versos seguintes. A Bíblia registra que Deus encheu o Planeta de sementes. O planeta Terra é um grande celeiro, um grande armazém. Então, como filhos, devemos fazer bom uso dessas sementes.
A semente tem dois destinos:
1. Ser lançada na terra.
2. Dar provisão.
Quando você entende o poder da semente, você sabe que se comer todas as sementes, a terra ficará sem o ingrediente principal para devolver os frutos. Quando você coloca uma semente na sua mão e olha para essa semente, o que vê? Você pode ver uma floresta, porque a semente tem a função de ser reprodutora de outras sementes.
Sementes falam de colheita, de provisão, de prosperidade. O primeiro destino da semente é para plantar, e o segundo é para colher. Só que eu não posso comer a semente destinada a ser plantada, porque ela é selecionada. Ela será a melhor semente. É a semente que foi passada pelos crivos do agricultor, do homem da terra.
Em Gênesis 41, José diz a Faraó: Se você acumular as sementes da terra, 20% do que vamos colher nos próximos 7 anos, não haverá crise, catástrofe, seca, porque essas semente vão produzir e trarão milhões e milhões de riquezas, provisões para o seu reino e de todos aqueles que estão debaixo de você.
Aqueles que sabem distribuir as sementes e têm o entendimento da semente que é guardada para plantar e para comer, jamais terão dificuldades na sua vida. O problema é que nós, seres humanos, por sermos hedonistas, preocupamo-nos somente conosco, não temos a visão de guardar provisões, ficamos em ruínas e catástrofes, e quando chega o momento em que todos falam apenas sobre a crise, perguntamos onde está a provisão.
As sementes são uma iniciativa divina
Foi Deus quem criou e deu ordem para as sementes. Cada semente tem o seu DNA próprio para germinar no dia específico. Jesus disse: “Eu sou o grão de trigo que caiu do céu e que entrou e brotou na terra e deu fruto”. Jesus é o que Ele é porque um dia Ele foi grão e semente. Cada um de nós que está aqui hoje é uma semente profética. Cada um de nós é uma semente profética e nascemos para cumprir um alvo, uma meta e um objetivo.
Deus está despertando em nós o Seu Espírito dentro do propósito profético para sabermos quem somos. Então, se levantará em Manaus, no Brasil e nas nações homens segundo a espécie da semente dEle, homens e mulheres fiéis, de avivamento. Jesus só foi o que Ele foi, porque disse que era uma semente.
A Bíblia diz que Isaque, o filho da promessa, passou por uma das maiores crises da sua vida. O nome Isaque tem três sentidos:
1. Aquele que traz alegria.
2. Aquele que é fiel.
3. Aquele que é a resposta de Deus.
Cada um de nós deve ter essas três características. Quando Isaque nasceu, ele foi a alegria de Abraão e Sara. Ele foi a fidelidade para a sua esposa, Rebeca, e para os seus pais na nova identidade. Ele foi a resposta de Deus para a Terra.
Como eu posso entender que, sendo alegria, fidelidade e resposta de Deus, vou passar por uma crise? Como explicar o motivo de Deus pegar essa alegria, fidelidade e resposta do Trono para a Terra e colocar numa terra seca? Uma coisa é certa: todos nós que estamos no Planeta passaremos pelos testes de caráter para saber se diante da prova continuaremos fiéis, rindo e sendo resposta para uma geração.

Fonte: MIR12

23 de dezembro de 2013

O verdadeiro sentido do Natal

No dia 25 de dezembro, celebre Jesus, o motivo de toda a comemoração!
Não há quem passa despercebido dessa data tão especial que é comemorado o nascimento de Jesus. Independente das diferenças, a maioria das pessoas se reúne com familiares e amigos para confraternizações todos os finais de ano. Mesmo que a sociedade caminhe para focos diferentes do real motivo desses costumes, a essência é e será sempre a mesma, celebrar o amor – o amor de Jesus. Disponibilizaremos aqui sínteses da história de Jesus baseadas nas passagens bíblicas para que você entenda e comemore este dia (25/12), levando o verdadeiro sentido, Jesus, para onde você for.
 A mãe do Salvador
“Mas o anjo lhe disse: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus.” (Lc 1.30)
Maria era uma jovem pobre, da pobre cidade de Nazaré, porém, encontrou graça diante de Deus e foi escolhida para ser mãe do Salvador. Deus enviou a ela o anjo Gabriel desde o céu. Este a surpreendeu, trazendo-lhe das alturas a boa notícia de que desceria sobre ela o Espírito Santo e o poder do Altíssimo a envolveria com sua sombra, e ela conceberia e daria a luz a Jesus, o Filho do Altíssimo, o Salvador do mundo, o herdeiro do trono de Davi, aquele que reinaria para sempre e cujo reinado não teria fim.
Maria coloca-se à disposição do Senhor, como serva de Deus, para fazer a sua vontade, convicta de que para Deus não há impossíveis em todas as suas promessas. Essa mulher piedosa, humilde e corajosa carregou no ventre o Verbo de Deus, o criador do universo, o Salvador do mundo. Maria foi chamada por sua prima Isabel de bendita entre todas as mulheres e bem-aventurada por todas as gerações. Maria constitui-se num grande exemplo, para todas as gerações, por sua disposição de obedecer a Deus, mesmo sabendo dos desafios e riscos que teria pela frente.
 O precursor do Salvador
“Houve um homem enviado por Deus cujo o nome era João.” (Jo 1.6)
O mesmo anjo Gabriel que anunciou a Maria o nascimento de Jesus, anunciou a Zacarias o nascimento de João Batista, era uma mulher estéril e avançada em idade. Se o anjo parece ter chegado cedo demais a Maria, pois esta era virgem, e ainda não estava casada com José, parece que chegou atrasado a Izabel, pois esta era velha e não podia mais conceber. Tanto o nascimento de Jesus como o nascimento de João foram milagres de Deus.
João Batista foi levantado por Deus para ser o precursor do Messias. Ele não era o Cristo nem mesmo sentia-se digno de desatar-lhe as correias das sandálias. No entanto, Jesus disse que nenhum homem na terra era maior do que ele. João Batista foi um homem humilde, corajoso e cheio do Espírito. Seu nascimento foi um milagre, sua vida foi um exemplo e sua morte um testemunho. João Batista preparou o caminho do Senhor proclamando uma mensagem de arrependimento. Pregou no deserto, confrontou a multidão, repreendeu o rei e apresentou Jesus como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
 O nascimento do Salvador
“É que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor.” (Lc 2.11)
José e Maria viajaram de Nazaré para Belém a fim de se cadastrarem. A profecia precisava se cumprir: “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel [...]” (Mq 5.2) Quando José e Maria chegaram em Belém, a casa do pão, não havia lugar para Jesus, o Pão da vida, nascer. Então, ele nasceu numa estrebaria, um lugar onde os animais eram recolhidos à noite. O Salvador do mundo, o Cordeiro de Deus, nasceu num berço de palha, e não num berço de ouro.
Naquela noite memorável de Natal, o anjo de Deus proclamou aos pastores que estavam no campo: “Não temas, eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é Cristo, o Senhor.” (Lc 2.10,11) O Natal é mensagem do céu que expulsa o medo e entroniza a alegria. O Natal é Deus invadindo a história, trazendo salvação aos pedidos, libertação aos cativos e paz aos aflitos. Jesus é o Salvador do mundo, o Messias prometido, o Senhor dos senhores.
 A encarnação do Salvador
“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade [...]” (Jo 1.14)
O Natal é um grande milagre. O Deus transcendente, que nem o céu dos céus pode contê-lo, esvaziou-se, fez-se carne e habitou entre nós. Vestiu pele humana. Nasceu numa estrebaria, cresceu numa carpintaria e andou por toda a parte fazendo o bem, libertando os cativos do diabo. Jesus é o Verbo eterno e divino. Não foi criado, é o criador. Não teve começo, é o Pai da eternidade. Não é inferior a Deus Pai, mas da mesma substância. Ele e o pai são um.
Quem o vê, vê o Pai. Jesus é Deus Emanuel, Deus conosco. Ele abriu mão da glória que tinha com o Pai antes da fundação do mundo para entrar em nossa história para transformar nossa história. Mesmo sendo adorado pelos anjos, veio para ser cuspido pelos homens, para abrir-nos um novo e vivo caminho para Deus. Sendo Deus bendito fez-se maldição por nós para nos livrar da maldição do pecado. Sendo santo, fez-se pecado por nós para nos dar a vida eterna. Sendo perfeitamente Deus tornou também perfeitamente homem, para nos reconciliar com Deus. Jesus é o mediador entre Deus e os homens, o único caminho para Deus, a porta do céu.
 O crescimento do Salvador
“E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens.” (Lc 2.52)
A humanidade de Jesus não foi apenas aparente, como diziam os docéticos (hereges), nem irreal, como pensavam os gnósticos. Jesus foi perfeitamente homem sem deixar de ser perfeitamente Deus. Jesus foi um tudo semelhante a nós, exceto no pecado. Seu crescimento se deu em três áreas distintas. Primeiro, ele cresceu fisicamente, “e crescia Jesus em estatura”. Segundo, ele cresceu intelectualmente, “e crescia Jesus em sabedoria”. Terceiro, ele cresceu espiritualmente, “e crescia Jesus em graça diante de Deus e dos homens”. Jesus era submisso a seus pais na terra (Lc 2.51) e submisso ao Pai Celestial (Lc 22.42).
Seu crescimento saudável nas diversas áreas da vida constitui-se um modelo para nós. Hoje, valorizamos muito o crescimento físico e intelectual em detrimento do crescimento espiritual. Investimentos em academias e cosméticos, e deixamos de lado a vida devocional. Cuidamos do corpo e desmerecemos a alma. Investimos muito na formação intelectual e quase nada no crescimento da vida. Jesus é o nosso exemplo. A ele devemos imitar!
 O Batismo do Salvador
“E aconteceu que, ao ser todo o povo batizado, também o foi Jesus; e, estando ele a orar, o céu se abriu.” (Lc 3.21)
Jesus iniciou seu ministério aos trinta anos, depois que foi batizado no rio Jordão. Por que Jesus, sendo imaculado, foi batizado, se o batismo de João era batismo de arrependimento? Por três razões, pelo menos. Primeiro, identificação. Jesus foi batizado para identificar-se conosco. O Salvador do mundo veio não apenas para estar do nosso lado, mas em nosso lugar. Ele foi nosso representante, fiador e substituto.
Ele se fez pecado por nós. Ele carregou no madeiro os nossos pecados. Segundo, capacitação. Ao ser batizado, Jesus orou e estando ele a orar, o céu se abriu e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea como pomba. Jesus foi revestido com o Espírito Santo antes de iniciar seu ministério. Jesus foi concebido pelo Espírito Santo, revestido com o Espírito e depois que retornou ao céu, derramou o Espírito sobre a igreja. Terceiro, confirmação. Logo que Jesus foi batizado e o Espírito desceu sobre Ele, o Pai falou do céu: “Este é o meu Filho amado, em ti me comprazo.” Jesus veio do Pai, era o deleite do Pai e retornou ao Pai.
 O sofrimento do Salvador
“Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades [...]” (Is 53.5)
O sofrimento de Jesus foi singular, único e exclusivo. Ninguém sofreu como ele. É claro que não estou falando do sofrimento físico, dos açoites, das cusparadas e dos cravos que o prenderam à cruz. Não estou falando do escárnio da multidão nem da humilhação que sofreu nas mãos de judeus e gentios. Estou falando do sofrimento vicário de Cristo. Somente Jesus sofreu substitutivamente. Quando Ele estava na cruz, Deus fez cair sobre Ele a iniquidade de todos nós. Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades. Aquele que é santo, santo, santo fez-se pecado.
Aquele que é bendito eternamente, foi feito maldição. Ele carregou, em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados. Aquele menino que nasceu em Belém era o Cordeiro de Deus. Esse Cordeiro havia sido destinado para a morte desde a eternidade (Ap 13.8). Ele foi entregue antes da fundação do mundo. A cruz não foi um acidente, mas uma agenda de Deus. Jesus não foi para a cruz por que Judas o traiu nem por que Pilatos o condenou, mas por que o Pai o entregou por amor!
 A morte do Salvador
“[...] que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras.” (1Co 15.3b)
A morte de Cristo foi planejada na eternidade e não um acidente acontecido na história. Não obstante a morte de Cristo tenha sido o maior crime da história, foi também, o maior gesto de amor. Jesus não morreu na cruz por que Judas o traiu por ganância, nem por que os sacerdotes o entregaram por inveja, nem por que Pilatos o sentenciou por covardia. Cristo foi para a cruz por que o Pai o entregou por amor. Ele foi o Gólgota (martírio) porque voluntariamente se entregou por nós, sendo nós ainda fracos, ímpios, pecadores e inimigos de Deus.
O apóstolo Paulo é categórico em afirmar que Cristo morreu pelos nossos pecados. Sua morte foi o preço pago pela nossa redenção. Por sua morte ele nos resgatou da maldição da lei, da prisão do pecado e da potestade de Satanás. Cristo desbancou na cruz os principados e potestades. Na cruz, Jesus rasgou o escrito de dívida que era contra nós e nos deu completo perdão. Na cruz, Jesus abriu para nós um novo e vivo caminho para Deus. Pela sua morte fomos reconciliados com Deus. Pela sua morte temos paz com Deus. Pela sua morte recebemos o dom da vida eterna.
 A ressurreição do Salvador
“Cristo morreu (…) foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.” (1Co 15.3,4)
A morte de Cristo não foi um acidente nem sua ressurreição uma surpresa. Ele morreu e ressuscitou segundo as Escrituras. A morte não pôde reter o Autor da Vida. Jesus matou a morte com sua morte e triunfou sobre ela em sua ressurreição. Ele abriu o túmulo de dentro para fora e levantou-se dentre os mortos como as primícias dos que dormem. Sua ressurreição é um fato incontroverso. Há sobejas provas de sua ressurreição. Sua ressurreição é a pedra fundamental do Cristianismo, pois se a morte o tivesse vencido, jamais poderia ser o Salvador do mundo.
As melhores notícias do mundo vieram do túmulo aberto de Cristo. O túmulo vazio de Cristo é o berço da igreja. Não adoramos o Cristo que esteve vivo e está morto, mas o Cristo que esteve morto e está vivo pelos séculos dos séculos. Porque Cristo vive podemos ter uma viva esperança. A morte foi tragada pela vitória de Cristo, e por isso, podemos caminhar seguros e confiantes rumo à gloriosa eternidade. Porque Cristo ressuscitou também receberemos um corpo imortal e incorruptível, semelhante ao corpo de sua glória.
 A ascensão do Salvador
“Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos.” (At 1.9)
Jesus Cristo veio do céu e retornou ao céu. Desceu da glória e retornou à mesma glória que tinha com o Pai antes da fundação do mundo. Ascensão de Cristo é uma prova irrefutável de que sua morte na cruz, para a nossa redenção, foi plenamente eficaz e que o Pai aceitou o seu sacrifício para expiar o pecado. Jesus ofereceu um único e irrepetível sacrifício pelos nossos pecados. Também a ascensão de Cristo prova que Ele desbaratou o inferno, triunfou sobre os principados e potestades e levou cativo o cativeiro.
Mas a ascensão de Cristo é uma evidência de que a morte não tem a última palavra. A morte foi vencida, seu aguilhão foi arrancado e, agora, podemos ter uma viva e gloriosa esperança. Finalmente, a ascensão de Cristo significa que Ele foi entronizado à destra de Deus Pai, está com o livro da história em suas mãos e governa sua Igreja, a história e todo o universo. Ele está no céu como nosso advogado, sumo sacerdote e cabeça da igreja. Ele está assentado na sala de comando do universo de onde governa os destinos da humanidade.
A intercessão do Salvador
“Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo.” (1Jo 2.1)
Jesus continua seu ministério de intercessão no céu. Ele é o nosso advogado junto ao Pai. É o nosso intercessor forense, pois vive para interceder por nós. Nenhuma acusação prospera diante do tribunal de Deus contra os remidos, pois é Deus quem os justifica e, é Cristo quem morreu, ressuscitou e intercede por nós junto ao Pai. Jesus é o Justo, aquele que nunca pecou nem dolo algum se achou em sua boca. Seu caráter santo e sua vida incontaminada lhe dão autoridade para ser nosso intercessor.
Segundo, por causa da excelsitude de seus métodos. Jesus não veio para estar ao nosso lado, mas em nosso lugar; não veio para falar em nosso favor, mas para ser nosso substituto; não veio para defender nossa inocência, mas para morrer pelos nossos pecados. Terceiro, por causa do desempenho vitorioso de seu ministério. Jesus nunca perdeu uma causa. Para Ele não tem causa perdida. Ele veio buscar e salvar o que estava perdido. Todos aqueles que reconhecem seus pecados e clamam por sua misericórdia são alcançados por sua graça e seu perdão.
 A segunda vinda do Salvador
“[...] Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o visites subir.” (At 1.11)
Jesus veio do céu em sua encarnação, retornou ao céu depois da sua ressurreição e virá novamente do céu para buscar sua Igreja e estabelecer seu Reino de glória. Sua segunda vinda será a consumação de todas as coisas. Essa vinda será visível, audível, poderosa, gloriosa e triunfante. Não virá mais para ser humilhado pelos homens, mas para julgar vivos e mortos. Quando a trombeta de Deus ressoar e se ouvir a voz do arcanjo, então, Jesus descerá dos céus com grande poder e muita glória.
Os mortos ouvirão sua voz e sairão dos túmulos, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo. Então, Jesus assentar-se-á no trono de sua glória para julgar as nações. Grande e pequenos, ricos e pobres, religiosos e ateus, servos e chefes estarão diante dele para serem julgados segundo as suas obras. Naquele dia, o livro da vida também será aberto e quem não for encontrado no livro da vida do Cordeiro, esse será lançado no lago do fogo.
 O amor do Salvador
“[...] o Filho de Deus, que me amou, e a si mesmo se entregou por mim.” (Gl 2.20)
O Natal é o maior presente de Deus ao homem. É a dádiva suprema. Deus deu tudo, deu a si mesmo, deu seu Filho Unigênito. Deu-o não por que temos méritos. Deu-o não para ser homenageado pelos homens, mas para morrer pelos pecadores. Mas não foi apenas o Pai que o entregou por amor; Jesus mesmo, voluntariamente, se entregou. Ele não morreu como um mártir nem foi arrastado para a cruz contra a sua vontade. Ele morreu pelos nossos pecados segundo as Escrituras. Sua entrega na cruz já estava decidida antes mesmo da criação do mundo.
O amor do Salvador é um amor eterno e incondicional. A causa do seu amor por nós não está em nós, mas nele mesmo. Seu amor é deliberado e perseverante. Jamais desistiu de nos atrair para si. Mesmo quando voltamos as costas para Ele, não cessa de nos chamar para seus braços eternos. Seu amor não pode ser descrito com palavras. Diz o poeta: “Ainda que os mares fossem tinta e as nuvens fossem papel; ainda que as árvores fossem pena e todos os homens escritores; nem mesmo assim, se poderia descrever o amor do Salvador.”
 As lágrimas do Salvador
“Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas [...]” (Hb 5.7)
Era noite em Jerusalém. A festa da Páscoa estava em andamento. As multidões se agitavam, enquanto Jesus se reunia com seus discípulos no cenáculo. Depois de lavar os pés dos discípulos, Jesus instituiu a Ceia, cantou um hino e desceu ao vale do Cedrom. Judas Iscariotes, possuído pelo diabo, já havia saído para trair o Filho de Deus. Os discípulos entristecidos caminham com Ele para o palco da sua prisão. No sopé do Monte das Oliveiras, no Jardim do Getsêmani, Jesus é tomado de uma angústia mortal e pede a seus discípulos para vigiarem com Ele.
Nesse palco de horror, Jesus travou a mais renhida batalha da humanidade. Debruçado com o rosto em terra, o Filho de Deus orou por três vezes e suou sangue, rogando ao Pai para, se possível, passar dele aquele cálice. Naquele lugar onde se prensava o azeite, Jesus foi esmagado pela dor incomparável de se fazer pecado por nós. Ali Jesus travou a batalha da oração, da solidão e da agonia. Ofereceu, com forte clamor e lágrimas, orações ao Pai. Mas, nesse mesmo cenário, Jesus foi consolado pelo anjo de Deus e saiu fortalecido para enfrentar a cruz.
 O perdão do Salvador
“[...] Disse-lhe Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai não peques mais.” (Jo 8.11)
A noite se despedia calmamente e os primeiros lampejos do dia já podiam ser vistos no pátio do templo de Jerusalém. Jesus estava assentado, ensinando o povo, quando os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher, apanhada em flagrante adultério, querendo saber se Ele mandaria apedrejá-la, conforme a exigência da lei de Moisés. A intenção desses fiscais da vida alheia não era zelo pela lei, mas colocar Jesus contra Moisés ou contra o povo. O que Jesus diria? O Filho de Deus desvia o foco dos acusadores, passando a escrever com o dedo no chão.
Como insistissem na pergunta, Jesus respondeu: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.” Acusados pela consciência retiraram-se do recinto, Jesus, então perguntou à mulher: “Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?” A mulher respondeu: “ninguém, Senhor!”. Então, lhe disse Jesus: “Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.” Jesus não faz vistas grossas ao pecado; Ele perdoa ao pecador. Ele não veio para condenar, mas para salvar. Nele temos perdão e salvação.
Na edição seguinte continuaremos o estudo sobre a história de Jesus. Então, leia, reflita e compartilhe com as pessoas o verdadeiro sentido do Natal, Jesus.